Quando o corpo sussurra: doenças silenciosas exigem atenção e exames de rotina

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Quando o corpo sussurra: doenças silenciosas exigem atenção e exames de rotina



Especialista alerta que condições como gordura no fígado, problemas na tireoide e cálculos podem evoluir sem sintomas evidentes

Nem toda doença apresenta sinais claros desde o início. Algumas condições, conhecidas como doenças silenciosas, podem evoluir por longos períodos sem sintomas perceptíveis, sendo descobertas apenas em exames de rotina.

Entre as mais comuns estão a esteatose hepática (gordura no fígado), alterações na tireoide e cálculos renais ou na vesícula. De acordo com o médico e professor do curso de pós-graduação em Ultrassonografia da Afya Educação Médica de Porto Velho, Elessandro Dutra, o principal risco está justamente na ausência de sinais evidentes. “Essas doenças não ‘avisam’. Elas vão evoluindo de forma silenciosa e, muitas vezes, quando apresentam sintomas, já estão em estágio mais avançado”, explica.



Apesar de muitas vezes passarem despercebidas, algumas alterações no corpo podem indicar a necessidade de investigação médica. Mudanças de peso sem explicação e desconfortos abdominais estão entre os principais sinais. “Perda ou ganho de peso sem mudança nos hábitos alimentares pode estar relacionado a problemas da tireoide. Já dores no abdome superior após alimentos gordurosos podem indicar doenças da vesícula, como cálculos”, alerta o especialista.



Segundo o médico, um dos principais desafios é que muitas pessoas não prestam atenção aos sinais do próprio corpo, o que dificulta a identificação precoce de alterações. “É importante que o paciente conheça seu corpo. Quando surge algo diferente do habitual, isso já é um sinal de alerta. Uma dor abdominal, por exemplo, pode ser algo simples, mas também pode indicar condições mais sérias”, afirma.



Exames de rotina são fundamentais



A recomendação é que a população mantenha uma rotina de check-ups, mesmo na ausência de sintomas. A realização periódica de exames pode identificar alterações ainda em fases iniciais, permitindo tratamento precoce. “O ideal é que o paciente faça exames de rotina anualmente ou procure avaliação quando perceber dores novas ou incômodos persistentes”, orienta.



Entre os exames mais importantes para a detecção de doenças silenciosas está a ultrassonografia, que permite avaliar diferentes órgãos de forma segura e acessível. “O ultrassom tem papel fundamental porque muitas dessas doenças só são descobertas por meio de exames. Ele pode identificar gordura no fígado, alterações na tireoide e até cálculos, mesmo quando o paciente não apresenta sintomas”, destaca Elessandro.



O exame atua como uma ferramenta de rastreio, auxiliando na identificação precoce e no acompanhamento de diversas condições.



Doenças sem perfil definido



Diferente do que muitos imaginam, doenças silenciosas não atingem apenas grupos específicos. Pessoas de diferentes idades e perfis podem desenvolver essas condições. “Não existe um perfil único. Temos pessoas magras com gordura no fígado, crianças com cálculos renais. Todos estão sujeitos, por isso a importância do acompanhamento regular”, ressalta o médico.



A principal forma de evitar complicações é investir na prevenção, com acompanhamento médico e realização de exames periódicos. “Se esperarmos essas doenças darem sinais para procurar ajuda, o resultado pode ser desfavorável. Muitas vezes, um exame simples de rotina pode evitar problemas maiores no futuro”, conclui.



Serviços disponíveis



Em Porto Velho, a Afya Educação Médica dispõe de educação continuada e atendimento gratuito em 12 especialidades: Clínica em Dor, Psiquiatria, Cardiologia, Dermatologia, Pediatria, Psiquiatria da Infância e Adolescência, Geriatria, Endocrinologia, Ultrassonografia Geral, Nutrologia, Gastroenterologia, Ginecologia. Interessados podem entrar em contato pelo telefone (69) 99955-1741 para verificar a disponibilidade de vagas e realizar o agendamento.



Mais informações em: educacaomedica.afya.com.br/e ir.afya.com.br.



Afya Amazônica




A Afya tem uma forte relação com a Amazônia, com 16 unidades de graduação e pós-graduação na Região Norte. O estado de Rondônia conta com duas instituições de graduação (Afya Centro Universitário São Lucas e Afya Ji-Paraná). Tem ainda dez escolas de Medicina em outros estados da Região: Amazonas (2), Acre (1), Pará (4) e Tocantins (3). Além delas, a Afya também está presente na região com outras 3 unidades de pós-graduação médica nas capitais Belém (PA), Manaus (AM) e Palmas (TO).



Sobre a Afya



A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 37 Instituições de Ensino Superior, 32 delas com cursos de Medicina e 25 unidades com pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. O grupo conta com 3.766 vagas de Medicina aprovadas pelo MEC e, nos últimos 25 anos, já formou mais de 24 mil alunos.



Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers.



Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023).



Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 - Saúde e Bem-Estar.



Mais informações em: www.afya.com.br e ir.afya.com.br.

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