
Ao completar o primeiro ano de atividades da Clínica de Bem-Estar Animal, a Prefeitura de Porto Velho tem intensificado medidas de assistência aos animais comunitários e em situação de abandono. Coordenadas pela Coordenadoria de Proteção Animal (CPA), vinculada à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), as iniciativas abrangem a instalação de comedouros, lixeiras para resíduos de animais e abrigos públicos.
Uma das frentes é o projeto Merenda Pet, que já mantém um ponto de alimentação em funcionamento no Residencial Morar Melhor e planeja abrir mais 50 estruturas semelhantes pela cidade. O modelo opera em cooperação com protetores cadastrados pelo município: o poder público garante o fornecimento das rações, enquanto os voluntários realizam a reposição dos alimentos e a zeladoria dos locais.
Para a preservação ambiental dos espaços coletivos, seis lixeiras PET já foram instaladas no Parque da Cidade, Parque Circuito, Parque Natural, Praça CEU, Espaço Alternativo e na Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, com planos de expansão gradual. Na área de acolhimento a felinos, o Skate Parque dispõe de um módulo com capacidade para até cinco gatos comunitários, estrutura que a administração pretende estender também ao Parque Circuito e ao Parque da Cidade.
Segundo o prefeito Léo Moraes, o trabalho em parceria com a sociedade civil reforça o atendimento fora dos consultórios, tratando a proteção animal como política pública e de responsabilidade coletiva. Na mesma linha, o secretário de Meio Ambiente, Arthur Borin, ressaltou que as medidas complementam os atendimentos veterinários da clínica ao assegurar dignidade e suporte aos animais diretamente nos espaços urbanos.


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